La Grotta Sobrenome
Aproximadamente 606 pessoas com este sobrenome
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A família é de origem latina, que recebeu terras no Norte da Itália nas proximidades de onde hoje é Castelfranco, na província de Verona no Vêneto no final do Império Romano. Provavelmente um militar aposentado ('dux'), ou um funcionário administrativo do império ('comes'), que recebeu as terras como uma forma de 'reconhecimento' por seu mérito e para lá foi se estabelecer com sua família, parentes e escravos.
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| Lugar | Incidência | Frequência | Classificação na área |
|---|---|---|---|
| Itália | 511 | 1:119,680 | 19,717 |
| Argentina | 49 | 1:872,315 | 56,573 |
| Panamá | 21 | 1:186,298 | 5,509 |
| Estados Unidos | 16 | 1:22,653,683 | 662,747 |
| Canadá | 7 | 1:5,263,656 | 239,735 |
| Brasil | 2 | 1:107,037,166 | 1,031,150 |
| Tailândia | 2 | 1:35,319,172 | 966,191 |
| Venezuela | 2 | 1:15,102,038 | 69,873 |
| Espanha | 1 | 1:46,752,036 | 156,870 |
La Grotta Significado do Sobrenome
Referência enviada pelo utilizador
A família é de origem latina, que recebeu terras no Norte da Itália nas proximidades de onde hoje é Castelfranco, na província de Verona no Vêneto no final do Império Romano. Provavelmente um militar aposentado ('dux'), ou um funcionário administrativo do império ('comes'), que recebeu as terras como uma forma de 'reconhecimento' por seu mérito e para lá foi se estabelecer com sua família, parentes e escravos. Era uma prática do império distribuir terras e assentar famílias romanas em regiões de fronteira ou instáveis com o objetivo de assegurar o domínio na região. La eles permaneceram até o século Xvi, quando então em função de conflitos internos na Península Itálica, (disputas por poder e território entre famílias) tiveram suas propriedades perdidas. Após a derrota, o grupo familiar e agregados migrou para o Sul, se 'exilando' no 'Reino de Nápoles', que posteriormente veio a fazer parte do 'Reino das Duas Sicílias'. Por influência ibérica nessa época, os sobrenomes em documentações antigas de batismos e casamentos aparecem de forma 'desaglutinada' ('La Grotta', em vez de 'Lagrotta'). Também por conta dessa influência, passou a ser comum o uso de nomes compostos entre membros da família durante esse período. As primeiras referências a esse núcleo familiar romano no Norte da Itália, que incluía o chefe da casa, parentes, agregados, escravos e camponeses, aparecem por volta do Século Vii sob a alcunha de 'Os Grotte Luperce' e relacionados a uma 'insígnia' ou estandarte onde figura uma cabeça de Lobo sobre um fundo azul na testa (em referência a origem latina) acima de uma 'Axa' (machado) sobre um fundo verde (em referência ao 'Vale do Pó' e aos povos bárbaros que lá habitavam). Portanto, muitos dos agregados e camponeses que viviam no entorno desse núcleo familiar de origem latina no Vale do Pó, eram na verdade de origem 'bárbara', entre eles os celtas que foram os habitantes originais da região. E também francos, germânicos, godos, hérulos, hunos e lombardos, povos invasores que em diversas épocas entre a queda do Império Romano no século V e a ascensão de Carlos Magno no Século Ix, também habitaram ou 'passaram' pela região. Durante a idade média, após a queda do Império Romano e antes da ascensão de Carlo Magno, os 'feudos' no Norte da Península Itálica eram propriedades rurais sob gerência de grupos familiares. Estes variavam de pequenas aldeias a grandes extensões, em torno de vilas ou cidades. Nas pequenas aldeias haviam núcleos familiares de gestão com cerca de 50 pessoas sob a liderança de um 'Chefe', que detinha o poder sobre as terras. As pessoas desses grupos residiam em casas em aldeias protegidas por muros de pedra, madeira ou ambos, e também por alguns homens armados. Já as famílias mais ricas, senhoras de grandes extensões territoriais em torno das vilas ou cidades, residiam em grandes castelos fortificados, com núcleo familiar de gestão que incluía mais de 100 pessoas, entre parentes, criados e soldados, instalados dentro das fortificações. A esses núcleos familiares (pequenos e grandes), os camponeses 'extra muros' que viviam em suas terras pagavam tributos na forma de um percentual de sua produção. E, na frente das entradas dos muros de proteção ocorriam 'feiras', um 'comércio' rudimentar na forma de escambo, com permuta de animais e produtos agrícolas. A moeda era muito pouco utilizada por pessoas comuns nessa época. Nessa época também, ainda não estavam instituídos os 'nomes' e os 'brasões' de 'família'. Mas, estes já existiam de fato em sua forma 'embrionária' em 'estandartes' e 'referências verbais populares' do grupo. Uma vez que essas famílias de proprietários de terra viviam em conflitos, disputas de poder com o objetivo de ampliar a extensão territorial sob seu domínio, usavam representações simbólicas de seu grupo em estandartes durante os conflitos e os representantes desses grupos eram referenciados por um nome genérico (o 'embrião' dos sobrenomes de família). Com o tempo os grandes proprietários (grandes senhores feudais) acabaram 'engolindo' os pequenos, tomando deles suas terras. Nessa época entendia-se como sujeito daquela 'casa' (daquele 'sobrenome'), não apenas o chefe dela e sua família, como também seus parentes, criados, escravos e camponeses, todos que viviam em suas terras. Os títulos nobiliárquicos não estavam propriamente instituídos e sistematizados, isso só começou a ocorrer no século Ix com a ascensão de Carlos Magno. Nessa época portanto, haviam apenas senhores de terras em áreas rurais. 'Chefes' de 'casas' ou 'famílias', que detinham o poder sobre essas terras e sobre as pessoas que dela e nela viviam. Eram conhecidos pelas denominações genéricas de 'dux' (duques) e comes (condes) e gozavam de uma grande autonomia em relação aos Reis de então. Os 'Grotte Luperce', que incluía não só o núcleo familiar dono das terras, como também seus parentes, soldados, criados e camponeses que nela e dela viviam, não eram habitantes de uma grande extensão territorial, mas sim de uma pequena vila rural, que futuramente no Século Xvi seria tomada e anexada as terras dos senhores de Castelfranco. No inicio do século Ix, Carlos Magno Rei dos Lombardos (de origem francesa), por meio das suas conquistas expandiu seu reino através de uma série de campanhas militares, que incluiu a conquista do Reino Itálico entre outros, tornando-se ele o novo 'Imperador Romano do Ocidente'. Foi ele que começou a sistematizar, a hierarquizar e dar atribuições administrativas aos 'títulos nobiliárquicos' dentro do império. Ele estabeleceu cinco títulos vitalícios e hereditários, na seguinte ordem hierárquica: 1º duque, 2º marquês, 3º conde, 4º visconde e 5º barão. A base desse sistema foram os 'dux' e os 'comes' (de origem romana), já existentes desde o início da Idade Média remanescentes do final do Império Romano por volta do século V. Nessa época a Europa ficou subdividida em vários pequenos reinos cercados de agregados, que formavam uma 'elite social'. Esses primeiros antepassados da chamada 'fidalguia' se distinguiam do resto da população (camponeses e escravos), tanto por laços de parentesco com o rei, quanto por serviços prestados a ele, como resolver litígios e conquistar novas terras para a Coroa. O costume então, era dividir o patrimônio igualmente entre os herdeiros, sendo a prática passar a posse das terras para o primogênito. Esse foi o 'embrião' da nobreza, consolidada entre os séculos Ix e X' por Carlos Magno. Ele também deu atribuição administrativa a esses senhores feudais na defesa de cada território e sua comunidade. Fez disso, uma função primária da nobreza (dos senhores feudais de cada castelo), dando a eles funções administrativas dentro do império, na seguinte escala hierárquica: 1º Os 'duques', que correspondiam ao primeiro escalão da nobreza, cujo termo teve sua origem ainda no Império Romano, onde os comandantes militares recebiam o nome de 'dux' (aquele que conduz). Com Carlos Magno, os 'duques' passaram a ser os responsáveis pela administração de cidades e províncias. 2º Os 'marqueses', hierarquicamente inferiores apenas aos 'duques', cujo nome vem do provençal (um dialeto medieval do sul da França) e significa o 'governador de marca', o seja, o governador da fronteira. Com Carlos Magno eles tinham a função de administrar os distritos territoriais especiais em zonas de proteção (em regiões fronteiriças ou mal pacificadas). Tinham a função de proteger a entrada nos territórios sob regência de determinado monarca.3º Os 'condes', cuja nomenclatura deriva também, (assim como os 'duques') de um cargo na Roma Imperial, o 'comes' ('aquele que acompanha'), os membros da 'comitiva', que moravam junto com o imperador. Seus assessores, conselheiros e oficiais palacianos. A Partir da regência de Carlos Magno, a nova atribuição dos 'condes' passou a ser a de juízes e governadores distritais.4º Os 'viscondes' ('vice-conde'), do latim 'vice comes', ou seja, os substitutos do conde. Designados para desempenhar suas funções quando ele estivesse impedido ou ausente.5º Os 'barões', um termo de origem germânica (baro) que significava originalmente 'homem livre', embora os oficiais assim chamados fossem dependentes diretos do rei. Era um título ofertado a pessoas de destaque nas mesmas funções básicas dos outros cargos da nobreza (governar territórios e comandar exércitos).No século Xi a Republica de Veneza começa a catalogar os sobrenomes das famílias estabelecidas na região do Vêneto no Norte da Itália. Nessa época surge então o registro da família 'Lagrotta', ou 'Casa Lagrotta' na província de Verona, Região do Vêneto. Representada por um brasão composto por uma testa vermelha com três vieiras douradas, acima de um escudo com três palas prateadas sobre um fundo azul. Esse brasão substituiu o antigo estandarte com a cabeça de lobo e o machado, como insignia familiar dos 'Lagrotta'. 'Lagrotta' portanto, é um sobrenome toponímico que se refere a um acidente geográfico. Indicando o lugar de nascimento do patriarca do grupo que o recebeu. E por sua vez, tem origem em um outro proto-sobrenome que era patronímico-toponímico composto, que era a forma mais comum que os povos nativos pré-romanos se denominavam.Fontes: Pesquisas convergentes realizadas pelo Instituto Heráldico Pelotense e pelo Heraldrys Institute of Rome, 2003.
- lagrottaLa Grotta Dados Demográficos
Salário Médio La Grotta na
Estados Unidos
$74,250 USD
Por ano
Salário Médio na
Estados Unidos
$43,149 USD
Por ano
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Notas de Rodapé
- Os sobrenomes correspondem à primeira parte do nome de família, casta, clã, ou em certos casos, nome patronómico herdado por uma pessoa
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- O grupo étnico não pode ser necessariamente classificado por ocorrência geográfica
- Semelhantes: os nomes listados na secção "Semelhantes" são foneticamente semelhantes e podem não ter qualquer relação La Grotta
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